Um cristão não pode ser Marxista!


Alguns textos extraídos do Livro, O Ópio dos Intelectuais de Raymond Aron, expressam bem a incompatibilidade entre o cristianismo e o marxismo:
"O Cristianismo exalta o triunfo, a dignidade e a responsabilidade do ser individual. O marxismo é o contrário: exalta o coletivo, torna os valores morais relativos e propõe a salvação coletiva pela economia nesse Mundo, em substituição à salvação individual, no Além. Um cristão, por definição, não pode ser marxista, sendo a recíproca verdadeira.

O cristão nunca poderá ser um autêntico comunista, do mesmo modo que o comunista não pode crer em Deus ou no Cristo, porque a religião secular, animada por um ateísmo fundamental, declara que o destino do homem cumpre-se todo inteiro nesta terra. O cristão progressista esconde de si mesmo essa incompatibilidade.

O liberal é humilde. Reconhece que o mundo e a vida são complicadas. A única coisa de que tem certeza é que a incerteza requer a liberdade, para que a verdade seja descoberta por um processo de concorrência e debate que não tem fim. O socialista, por sua vez, acha que a vida e o mundo são facilmente compreensíveis; sabe de tudo e quer impor a estreiteza de sua experiência – ou seja, sua ignorância e arrogância – aos seus concidadãos.

-Raymond Aron, O Ópio dos Intelectuais."
Através desses textos podemos perceber claramente a incoerência entre o fato de alguém declarar-se cristão e paralelamente defensor do marxismo ou dizer-se um admirador de Karl Marx.

Por: Juventude Reacionária

Historiografia Fudida!


Poucos sabem, mas a historiografia brasileira foi adulterada por Paulo Freire um comunista assumido, e que os autores da grande maioria dos "dicionários do brasil" possuem relações de amizade e admiração profunda implícita ou explícita por Paulo Freire e por isso para denegrirem a imagem da Direita Política modificam seu signicado, já nós livros de história publicados nos dias de hoje fica claro o alto grau de influencia do marxismo de Paulo Freire e de sua adulteração Historiografica, visto que quase que a totalidade destes livros tenta associar os regimes sanguinários de Hitler, Mussoline - e outros assassinos conhecidos - aos movimentos conservadores.

Por: Juventude Reacionária

A História oficial de 1964


Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.

Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.

Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor. Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.

No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica.

Por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial. Inutilizada para qualquer ação armada, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, instalando aí sua principal trincheira. O governo, influenciado pela teoria golberiniana da "panela de pressão", que afirmava a necessidade de uma válvula de escape para o ressentimento esquerdista, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos numa época em que o governo ainda não tomara conhecimento da estratégia gramsciana e não imaginava ações esquerdistas senão de natureza inssurrecional, leninista. Deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança literária, monopolizando a indústria das interpretações do fato consumado. E, quando a ditadura se desfez por mero cansaço, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se com redobrada sanha ao seu monopólio do passado histórico. É por isso que a literatura sobre o regime militar, em vez de se tornar mais serena e objetiva com a passagem dos anos, tanto mais assume o tom de polêmica e denúncia quanto mais os fatos se tornam distantes e os personagens desaparecem nas brumas do tempo.

Mais irônico ainda é que o ódio não se atenue nem mesmo hoje em dia, quando a esquerda, levada pelas mudanças do cenário mundial, já vem se transformando rapidamente naquilo mesmo que os militares brasileiros desejavam que ela fosse: uma esquerda socialdemocrática parlamentar, à européia, desprovida de ambições revolucionárias de estilo cubano. O discurso da esquerda atual coincide, em gênero, número e grau, com o tipo de oposição que, na época, era não somente consentido como incentivado pelos militares, que viam na militância socialdemocrática uma alternativa saudável para a violência revolucionária.

Durante toda a história da esquerda mundial, os comunistas votaram a seus concorrentes, os socialdemocratas, um ódio muito mais profundo do que aos liberais e capitalistas. Mas o tempo deu ao "renegado Kautsky" a vitória sobre a truculência leninista. E, se os nossos militares tudo fizeram justamente para apressar essa vitória, por que continuar a considerá-los fantasmas de um passado tenebroso, em vez de reconhecer neles os precursores de um tempo que é melhor para todos, inclusive para as esquerdas?

Para completar, muita gente na própria esquerda já admitiu não apenas o caráter maligno e suicidário da reação guerrilheira, mas a contribuição positiva do regime militar à consolidação de uma economia voltada predominantemente para o mercado interno – uma condição básica da soberania nacional. Tendo em vista o preço modesto que esta nação pagou, em vidas humanas, para a eliminação daquele mal e a conquista deste bem, não estaria na hora de repensar a Revolução de 1964 e remover a pesada crosta de slogans pejorativos que ainda encobre a sua realidade histórica?

Olavo de Carvalho O Globo, 19 de janeiro de 1999

Oposição, questão de ordem!


Muitos esquerdistas pregam a eliminação total da oposição, alegando com toda enfase que a oposição política é a responsável pelo não progresso da sociedade. Como se sabe não é bem assim que as coisas funcionam, pois, em países cujo esse tipo de ideia tornou-se uma prática, o que seu viu foi um governo tirano e alienador. É obvio que o termo oposição deve ser revisto, pois, o fato de uma nação possuir uma oposição politico-ideológica não deve abrir caminho para a criação de partidos ou instituições que se baseiam em ideologias sanguinárias como o nazismo e o marxismo.

Países sem oposição são verdadeiros paraísos onde o governo pode trabalhar tranquilamente sem ser incomodado. Vejamos o exemplo de Cuba, China e Coréia do Norte. O governo do PT no brasil já tentou impor isso por meio de vários projetos de alteração constitucional. Alias, não é nada demasiado esperar isso de um partido que elegeu como candidata a presidência uma pessoa que já explodiu bombas e sequestrou aviões com financiamento de Cuba para impor a "democracia" em nosso território durante os anos 60/70.

Na época do governo militar provisório - que os esquerdistas e os desinformados denominam de ditadura - havia um partido de situação e um partido de oposição, ou seja, funcionava o bipartidarismo. Hoje no regime socialista em que vivemos, há uma enorme parcela de partidos esquerdistas e governistas e quase nenhum que faça uma verdadeira oposição politico-ideológica. E adivinhem quem os alienados chamam de "ditadura"? Por este motivo dar-se a entender que o povo brasileiro prefere a guerra, a pestilência e a fome, ou seja, graças ao marxismo cultural e ao comodismo do povo brasileiro em relação a isso, esta nação merece o PT ou partido pior que ele.

Os esquerdistas estão proibindo a atuação de políticos da oposição, para "melhorar a democracia brasileira". Graças a alienação causada pelos "livros didáticos" da atualidade - que seguem a risca os ensinos da Escola de Frankfurt e as ideias de Antonio Gramsci - os simpatizantes do socialismo são incapazes de entender que partidos de oposição só existem em democracias, e mais além, que uma democracia pressupõe a presença inafastável e indispensável de uma oposição sólida. Por todos esses motivos a existência de uma oposição torna-se questão de ordem na "democracia" brasileira.

Por: Juventude Reacionária

Cuidado com a Idiotização!


Durante um longo processo que durou cerca de 40 à 50 anos o marxismo cultural conseguiu realizar a façanha de infiltrar-se em diversos setores específicos da sociedade brasileira; e um destes setores específicos é a rede de ensino público e privado. Uma grande parcela das escolas brasileiras nos dias de hoje servem como meios para a doutrinação esquerdista; vide os livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e por organizações privadas como a Editora Dom Bosco.

Abaixo darei um exemplo de doutrinação esquerdista extraído de um livro de filosofia do primeiro ano do ensino médio, distribuído pela Editora Dom Bosco, e de autoria de Joseane Barbosa e Joelson Juk; o livro trata do tema ética e consiste no terceiro volume de uma sequência de quatro livros. Eis o exemplo, no qual o livro trata sobre violência urbana:
É importante ter na mente esses conceitos . Neles se encaixam algumas práticas que, embora possam parecer simples expressões de liberdade individual, constitucional - como a da propriedade e livre-iniciativa, por exemplo -, na verdade escondem privilégios que provocam exclusões e são responsáveis por estruturas sociais desumanizantes e injustas que, por sua vez, geram vários tipos de violência.
Percebe-se claramente no exemplo acima como o marxismo infiltrou-se no sistema educacional - não só público, mas também privado - e como o mesmo deturpa o real sentido da livre-iniciativa e do direito a propriedade privada; gerando na cabeça dos estudantes a ideia de que todas as mazelas da sociedade não possuem a mínima intervenção do comodismo vindo da parte de alguns indivíduos que ao se absterem de irem a procura de uma melhor condição de vida optam por esperar benefícios provenientes do governo, de ONGs, e outras instituições; livros como o citado no exemplo acima ilustram claramente o que os marxistas pretendem fazer como nossa juventude, deixando claro que grande parte dos estudantes estão a sofrer ou sofreram um processo de idiotização, que serve de impulso para a criação de uma militância socialista, que mesmo tendo integrantes que em seus tempos de estudo não possuíam acesso fácil a internet, atualmente ignoram as oportunidades de avaliarem a veracidade do que é ensinado nas escolas - graças ao acesso a internet que hoje possuem -, por conta do simples desinteresse pelos estudos gerado por anos de doutrinação ou por conta da simples adoção ideológica do marxismo por parte destes militantes que acabaram por acreditar em falácias esquerdistas pregadas em livros que negam o fato de Stanlin, Lenin, Mao-Tsé-Tung e Che Guevara terem usado a força que adquiriram com o socialismo para escravizarem a população dos seus respectivos países e matarem milhões de pessoas sobre a acusação de oposição.

É de suma importância ter cuidado com aquilo que é ensinado nas escolas e nos livros didáticos, pois assim como alguns livros podem servir para educar, outros podem servir para deseducar os nossos jovens e crianças, como no exemplo que foi citado, no qual o livro atribui a um sistema econômico todas as desigualdades e formas de violência que são vistas no mundo, negando o fato de que em um sistema econômico no qual as pessoas não possuem o direito de comercializarem seus bens para obterem melhores condições de vida - como propõe o socialismo pregado nestes livros - as mazelas sociais se proliferam de maneira avassaladora, deixando enormes rastros de miséria e altos índices de violência como marca principal.

Por: Juventude Reacionária

"Direitos Humanos"? Para Quem?


Nós últimos anos muitos defensores dos "direitos humanos" -e fiéis seguidores da cartilha do ECA- estão adotando medidas mais ostensivas em relação a proteção de menores infratores, mesmo que para isso tenham que contrariar a vontade explícita da população em relação a questão da maioridade penal. 

Todo cidadão que apesar de ter sofrido durante a infância, adolescência ou época em que frequentava a universidade, um processo de doutrinação, e que após alguns estudos significativos em relação as táticas gramcistas conseguiu abrir os olhos para a realidade do mundo, sabe muito bem como funcionam as táticas de valorização do banditismo; e quando me refiro ao banditismo isto inclui não só a valorização do banditismo realizado por personagens que hoje possuem um determinado significado histórico, mas também a valorização do banditismo atual. 

Todo ser humano dotado de uma significativa capacidade intelectual compreende a ideia de que se um indivíduo seja ele menor de idade ou não, pratica um mal contra a ordem vigente que visa garantir a harmonia em sociedade, este individuo merece pagar judicialmente por seus atos; mas o que vemos não corresponde em nada ao que é considerado correto para a manutenção de um convívio minimamente possível entre pessoas dos mais diversos grupos sociais. 

O que vemos é a deturpação dos valores morais, através da destruição de instituições que correspondem como a base moral da sociedade como a escola e a família, sendo que a segunda apresenta uma maior resistência em relação a primeira (escola); visto que as escolas nos dias atuais não só no brasil, mas em grande parte do mundo estão servindo de instrumentos de subserviência aos estados e as ideologias de cunho esquerdista. Isso nos mostra que ao ficarmos estáticos em relação as tentativas de destruição dos valores que sustentam o nosso convívio social "harmônico", em algum instante observaremos uma destas tentativas obter sucesso; deve-se ficar claro que incitar a luta entre partidários de determinadas ideologias ou movimentos sociais em prol de um bem maior não é objetivo principal de um defensor dos bons costumes, mas se preciso for devemos sim reivindicar os nossos direitos que estão sendo aos poucos subtraídos e postos nas mãos de indivíduos que independente da idade põem em risco a vida não só da geração com a qual convive, mas também a da geração vindoura. 

Ações hostis seguem o principio da ação e reação, e por esse fator devem ser combatidas com hostilidade. 

Por: Juventude Reacionária

Liberalismo Econômico


O Liberalismo Econômico é um conjunto de regras e princípios básicos elaborados ou aperfeiçoados com o objetivo claro de defender a liberdade econômica e política, o liberalismo econômico apresenta-se contrário a intervenção estatal nas variadas esferas da vida, porém objetivando áreas como a econômica, política e social. Para os defensores do liberalismo a política e a economia devem apresentar-se como áreas distintas. 
As bases do Liberalismo Econômico remetem ao século XVIII com estudos realizados por filósofos como John Locke, George Berkeley, Thomas Malthus e consequentemente por Adam Smith, que ficou conhecido como pai do liberalismo econômico. 

Um dos mais proeminentes defensores do liberalismo econômico foi Adam Smith que acreditava que era necessário acabar com o mercantilismo, os altos impostos e o protecionismo com o fim de estimular o comércio internacional. Segundo os liberalistas, os agentes econômicos são movidos por impulsos de ganho e pretensões próprias, o que impulsionaria o crescimento e desenvolvimento econômico, favorecendo toda a sociedade, promovendo uma evolução generalizada. Resumidamente, o liberalismo econômico cria a pura concorrência, a lei da oferta e da procura e os mecanismos de auto-regulação do mercado. 
Para Adam Smith a realização do desejo de prosperidade econômica não é concebida essencialmente pela atividade rural e nem pela atividade comercial, para ele o elemento primordial para a geração de riqueza está no trabalho livre sem ter, logicamente, o estado como regulador e interventor. De acordo com Smith e outros precursores do liberalismo econômico, o Estado não deveria intervir na economia, sendo que sua única função era justamente assegurar que o mercado não sofreria intervenções. 

Desde o seu aparecimento como doutrina econômica o liberalismo baseia-se num conjunto de ideias, dos quais as mais importantes são: a existência ao nível econômico de um conjunto de leis naturais imutáveis (mecanismos econômicos de ajustamento de preços, produção, rendimento e outros) que comandam o funcionamento da atividade econômicos de uma sociedade; o comportamento natural dos agentes econômicos é a maximização da sua satisfação com o menor esforço possível; o livre jogo de iniciativas individuais dos agentes econômicos enquadra-se dentro da perspetiva das leis naturais e conduz assim ao equilíbrio da economia, bem como ao retorno a este equilíbrio nas situações em que, transitoriamente, esse equilíbrio não se verifique; a livre concorrência é a melhor solução em termos econômicos, devendo por princípio o Estado abster-se de intervir na economia; quando muito, o Estado deve assegurar a existência de bens e serviços que os restantes agentes econômicos não estejam interessados em oferecer. 

O desenvolvimento do liberalismo econômico acompanhou de perto no século XIX a Revolução Industrial, sendo o sistema político-econômico das principais potências industriais (como o Reino Unido), além disso ajudou a trazer à luz alguns problemas que antes estavam omitidos. O aumento da dimensão de muitas empresas e a ocorrência de algumas crises econômicas acabaram por levar à conclusão de que a livre iniciativa por si só não seria suficiente para garantir o equilíbrio das economias. 
Com base nestes fatores, o liberalismo puro foi alvo de pequenas modificações, por parte de autores que, defendendo-o, propuseram alterações. É o caso por exemplo dos filósofos da Escola Austríaca, Ludwig von Mises e posteriormente o grande filósofo Friedrich Hayek que ao defender o capitalismo global, obteve um enorme sucesso e passou a influenciar não apenas a grande maioria dos economistas e filósofos proeminentes tais como K.R. Popper e Robert Nozick como também em políticos de topo; tanto políticos de origem Ocidental, especialmente Ludwig Erhard, Margaret Tatcher e Ronald Reagan; como de políticos do Leste europeu como Vaclav Klaus da República Checa, Leszek Balcerovicz da Polónia e Mart Laar da Estónia.

Friedrich Hayek foi um dos principais responsáveis pelo triunfo da ideia e ordem da liberdade, Hayek logo foi identificado como o inimigo número um dos marxistas/socialistas/comunistas e outros colectivistas em todas partes do mundo. ​
As obras de Hayek, assim como todas as suas grandes contribuições teóricas, estão diretamente relacionadas com as suas políticas para a competição em mercados abertos, para a constituição de sistemas políticos e de controlo de poder descentralizados. Hayek apresenta-nos a competição como sendo o melhor procedimento para a descoberta de novas e melhores soluções sob a incerteza, e como a melhor forma de dar às pessoas melhores oportunidades no seu percurso individual na procura da felicidade e também na busca de uma vida de valor moral. 

Por: Juventude Reacionária
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